Manifesto de Religiosas e Religiosos com Padilha



*Imagem/Divulgação

Os difíceis tempos de pandemia em que vivemos expôs uma narrativa política que opõe as vidas humanas ao trabalho e a economia. Enquanto religiosas e religiosos de diferentes tradições de fé, igrejas e comunidades, nós denunciamos profeticamente qualquer discurso ou política que menospreze, descarte ou diminua o valor da vida. Apesar de possuirmos religiões diferentes, vemos na vida humana uma dignidade sagrada que hoje é colocada em risco tanto pela pandemia em si, como também pelas decisões políticas tomadas pelos governos, em especial o Governo Federal de Jair Bolsonaro. Para nós o trabalho e a economia existem para servir a vida e o povo, e não o contrário.

Vemos na figura de Alexandre Padilha o melhor candidato para disputar neste contexto a prefeitura da cidade de São Paulo, epicentro da pandemia no país. Reconhecemos nos seus valores e na sua trajetória pública – como ministro da Saúde da Presidenta Dilma e como secretário de Saúde de Fernando Haddad – a defesa intransigente da vida digna e plena para todas e todos, com especial para aqueles que se encontram vulnerabilizados e historicamente excluídos.

Sabemos que no dia de hoje o Partido dos Trabalhadores estará escolhendo em prévias internas o futuro candidato a prefeito e por isso declaramos publicamente o nosso apoio ao Alexandre Padilha. Uma liderança com força, amplamente conhecida, com alta capacidade de comunicação para enfrentar um processo eleitoral difícil e competitivo. Um médico humano para cuidar da nossa cidade e do nosso povo em um momento tão delicado.

Assinam esse manifesto:

Iyá Adriana de Nanã – Candomblé
Alexandre Pupo – Metodista;
Aline Ribeiro – Espírita;
Aminah Naham – Muçulmana;
Ana Helena – Espírita;
Anna Rita Vieira – Muçulmana;
Antonio Augusto de Jesus – Assembleia de Deus;
Beto de Jesus – Anglicano;
Clarisse Goldberg – Judia;
Cecília Stringhini – Católica;
Daniel Souza – Anglicano;
Pastor David Alencar – Evangélico;
Fatma Aysha Syeda – Muçulmano;
Felipe Freitas de Souza – Muçulmano;
Franklin Felix – Espírita;
Franklin Andrade da Silva – Pentecostal;
Pastor Gabriel Freitas – Comunidade Novo Pacto;
Glauco Ribeiro de Souza – Espirita;
Hajj Mangolin – Muçulmano;
Hassan Malik – Muçulmano;
Helen Carmona – Católica;
Pastor Hélio Rios – Presbiterian;
Josafá Lopes – Evangélico;
Karine Garcêz – Muçulmana;
Leila Pin – Muçulmana;
Leonardo Tadeu – Umbandista;
Maria Amelia Melo – Católica;
Maria de Lourdes Ferreira – Espírita;
Pastora Maria Aparecida Vieira Lima – Pentecostal;
Marineide Pereira Ribeiro – Congregação Cristã do Brasil;
Nelson Nisenbaum – Judeu;
Raquel Catalani – Evangélica;
Sandra Santos – Umbandista;
Sergio Abdul Rashid – Muçulmano ;
Soraia Barros Sena – Muçulmano ;
Thais Dourado – Umbandista;
Viviane Carvalho – Metodista;

Assine você também

MANIFESTO MULHERES COM PADILHA



Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil

São Paulo – e o mundo todo – vivem hoje uma drástica crise sanitária, social e econômica. O duro momento reforça a importância de políticas públicas para redução das desigualdades em suas diversas faces. Na contramão do projeto que vem sendo aplicado por Bolsonaro, Dória e Covas, a crise expôs a necessidade do Estado em assegurar e fortalecer a saúde pública e em promover políticas de amparo à população mais vulnerável. As mulheres, em especial as mulheres negras e da periferia, estão entre as mais afetadas pela crise. E por isso precisamos retomar a construção da cidade com o fortalecimento da democracia, da participação popular e a promoção e fortalecimento de políticas públicas para as mulheres, que combatam as desigualdades e reduzam as vulnerabilidades. Essa defesa deve ser o centro do debate das eleições de 2020.

As gestões petistas foram protagonistas na implementação de políticas públicas para mulheres, para a população LGBTQI+, de promoção da igualdade racial e defesa dos direitos humanos, colocando estes setores como prioridades no projeto de desenvolvimento  e justiça social. A inversão de prioridades promovida pelo modo petista de governar sempre partiu da compreensão que não seria possível enfrentar a miséria, a pobreza e a desigualdade se em conjunto não enfrentássemos o machismo e o racismo e redefiníssemos a importância da reprodução e do cuidado. A base da pirâmide da nossa sociedade tem gênero e raça e uma real alteração das estruturas da nossa sociedade parte da transformação profunda da vida destas trabalhadoras.

Desde a primeira gestão do Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, em 1988, diversas políticas para as mulheres foram implementadas: da criação da primeira coordenadoria de políticas para as mulheres na cidade até a estruturação da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial, na última gestão de Fernando Haddad, esteve presente a compreensão da necessidade de enfrentar radicalmente todas as formas de opressão através de formulação e implementação de políticas públicas.

A criação do primeiro serviço de aborto legal do país no Hospital do Jabaquara, do primeiro serviço de atendimento às mulheres em situação de violência e da primeira casa-abrigo; a construção da primeira Casa de Passagem e da Casa da Mulher Brasileira, a implementação do Vai e Volta e a prioridade na ampliação do número de vagas em creche, a viabilização dos Centros de Cidadania da Mulher, a criação do Projeto Guardiã Maria da Penha, a constituição do Conselho Municipal de Políticas para as Mulheres e da paridade nos conselhos municipais de participação social, a qualificação da iluminação pública com o programa “LED nos bairros”; a instituição do parto humanizado na rede municipal de saúde, com direito a acompanhante, a garantia do acesso de doulas nas maternidades e a criação da carreira de obstetriz no serviço público municipal; a aprovação da lei para o combate ao assédio sexual na administração pública, da lei que permite às mulheres descerem fora do ponto após as 22h e da que garante a amamentação em locais públicos. Esses exemplos são apenas alguns dos principais avanços das gestões petistas em São Paulo.

Na contramão, a atual gestão Dória-Covas promove o desmonte das políticas para as mulheres, esvaziando, sucateando e até fechando serviços de extrema importância conquistados a partir da incansável luta das mulheres. O desmonte da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres se deu já no primeiro dia de João Dória à frente da prefeitura;  o descaso com a Casa da Mulher Brasileira, que permaneceu fechada por 3 anos, assim como o congelamento das verbas para a área da assistência social durante os 4 anos da gestão tucana são a nítida demonstração de que não existe qualquer compromisso com a preservação da vida das mulheres.

Da mesma forma, assistimos ao descaso e descompromisso com os serviços de aborto legal da cidade, como a suspensão do serviço no Hospital do Jabaquara (Doutor Arthur Ribeiro Saboya), e a interrupção do serviço de aborto legal no Hospital Pérola Byington em meio a pandemia, promovendo uma verdadeira violência institucional contra as mulheres, fragilizando ainda mais a já precária rede de saúde da mulher. A verdade é que as únicas gestões que colocoram a mulher como um sujeito essencial na construção de uma cidade mais democrática, socialmente justa, segura e acolhedora foram as petistas, tornando esse posicionamento cada vez mais evidente na epidemia de coronavírus.

São Paulo, mais do que nunca, precisa de uma gestão municipal que volte a colocar as políticas para mulheres no centro de seu programa e estratégia. As mulheres hoje estão na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus. No Brasil, 85% das enfermeiras são mulheres, expostas ao vírus diariamente e que, muitas vezes, trabalham sem os equipamentos de proteção adequados. Menos de 40% das trabalhadoras domésticas foram liberadas durante a quarentena, enquanto 30% continuam trabalhando normalmente e outras 30% foram demitidas. No primeiro mês de quarentena, a violência contra a mulher no estado subiu 44% e o índice de feminicídio 46%. As mulheres das periferias, sobretudo, tem vivido a perversa face da crise nas regiões mais pobres da cidade e estão ainda mais vulneráveis. O momento, mais do que nunca, torna urgente políticas firmes e incisivas em defesa da vida e da saúde das mulheres.

Por isso, manifestamos nosso apoio ao Alexandre Padilha para representar o PT nas eleições de 2020 à prefeitura de São Paulo. Acreditamos e reafirmamos os compromissos por ele já feitos durante o rico processo de discussões e debates sobre a candidatura a Prefeito do PT, como:

(i) a reestruturação da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, como instrumento fundamental de formulação, proposição e promoção de políticas públicas que transformem a vida das mulheres, e da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial; 

(ii) a garantia da paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo, entendendo a importância das mulheres protagonizarem a linha de frente de uma gestão petista;

(iii) o compromisso com a garantia e fortalecimento da política de direitos reprodutivos e sexuais do serviço de aborto legal na cidade, em defesa da vida e da saúde das mulheres;

(iv) valorização da educação que promova valores de igualdade, liberdade e combate ao machismo, ao racismo e os preconceitos à população LGBTQI+.

Padilha foi formado nas trincheiras da luta do campo democrático popular do nosso país, tendo desde cedo enfrentado as consequências da luta contra a Ditadura. Do movimento estudantil, passando pelo trabalho junto à população indígena no Norte do país,  a Ministro mais jovem do Governo Lula. Foi o Ministro da Saúde do Governo Dilma e criador dos Mais Médicos e, em seguida, Secretário Municipal de Saúde do Governo Haddad. Hoje ocupa o cargo de Deputado Federal, eleito com 87.576 votos, onde realiza um mandato popular, ativo e participativo com diversos militantes do Estado de São Paulo.  Por isso que Padilha tem sido um importante nome da oposição neste momento de crise sanitária e política no Brasil.

Nós, mulheres diversas que historicamente defendemos, batalhamos e construímos a luta feminista no PT e na sociedade, reconhecemos, neste momento, Alexandre Padilha como o candidato que melhor absorveu as demandas e formulações das temáticas de gênero. Reforçamos a importância de que os compromissos apresentados até aqui sejam o ponto de partida de um programa avançado e radicalmente feminista para São Paulo, capaz de verdadeiramente transformar a vida das mulheres da cidade, promover o reencontro da população pobre da nossa cidade com um futuro de esperança e fortalecer a tão necessária luta pelo #ForaBolsonaro e a derrota deste projeto genocida, classista, machista, racista e anti-povo que colapsa o nossa país e a nossa democracia.

Assinam este manifesto:

  1.     Eleonora Menicucci – Ministra de Políticas para Mulheres do Governo Dilma
  2.   Denise Motta Dau – Secretária Municipal de Políticas para Mulheres do Gestão Haddad
  3.     Elisabete Silverio – Secretária Municipal de Mulheres do PT
  4.     Monica Valente – Executiva Nacional do PT
  5.   Nalu Faria – Coordenação da Marcha Mundial das Mulheres e Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo
  6.   Ana Bock – psicóloga e professora PUC-SP
  7. Antonia Nascimento – Presidenta do DZ Sapopemba e liderança do MSRTU/FLM
  8.     Ana Lucia Gama Marques – Presidenta do DZ Saúde
  9.     Ana Lucia Rocha de Oliveira – Presidenta do DZ Vila Formosa
  10. Ingrid Guzeloto – Presidenta do DZ Santana
  11. Tamara Silva Nascimento – Presidenta do DZ Tatuapé
  12. Roseni Xavier de Sousa – Presidenta do DZ Vila Prudente
  13. Carolina Pastorin Castineira – Vice-presidenta DZ Perdizes, Coletivo Linhas de Sampa, Comitê Hospital Sorocabana e Conselho Gestor Complexo Penha
  14. Luciana Aguiar das Graças – Vice Presidenta do DZ Saúde, Coordenadora do Movimento de Mulheres de Heliópolis e Região UNAS e Conselheira Municipal de Políticas para Mulheres de São Paulo
  15. 15. Silvani Nascimento Pereira – Vice-Presidenta do DZ Tucuruvi
  16. Carmen Silva – Movimento Sem Teto do Centro
  17. Vivian Mendes – Executiva Estadual do PT-SP
  18. Tatau Godinho – Executiva Estadual do PT-SP
  19. Nathalia Campoy –Executiva Estadual do PT
  20. Aline Andrade Rocha – Diretório Estadual do PT-SP e Coletivo Cidadania Ativa
  21. Vera Machado – Diretório Estadual do PT-SP e Coletivo Estadual de Mulheres do PT
  22. Ligia Toneto – Diretório Estadual do PT-SP
  23. Antonia Cleide Alves – educadora popular e presidenta da UNAS
  24. Maria Auxiliadora Chaves da Silva – Diretório Municipal da Capital
  25. Sarah de Roure – Diretório Municipal da Capital
  26. Sirlândia Mendes – Diretório Municipal da Capital
  27. Paula Motta Lara – Secretária Municipal de Licenciamento na gestão Haddad
  28. Célia Bortoleto – Secretária Adjunta de Saúde na Gestão Haddad e Coletivo Cidadania Ativa
  29. Adriana Morales – Subprefeita na Gestão Haddad e Instituto São Paulo pela Democracia
  30. Elida Cruz – Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres na Gestão Haddad
  31. Fátima Antônio – Secretária-Adjunta Municipal de Educação do Governo Haddad
  32. Darlene Testa – Chefa de Gabinete da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo na gestão Haddad
  33. Larissa Beltramin – advogada, gestora pública federal e Secretária Adjunta de Direitos Humanos na gestão Haddad
  34. Lúcia Salles França Pinto – Superintendente do Serviço Funerário do Município de São Paulo na gestão Haddad
  35. Maria do Rosário Ramalho – Secretária Municipal de Cultura na gestão Haddad
  36. Maria Filomena de Freitas Silva – Setorial Municipal de Educação do PT/DZ Santana
  37. Marisilda Silva – Setorial Municipal de Saúde
  38. Beatriz Mascarenhas – Setorial de Combate ao Racismo do PT-SP
  39. Maria do Carmo Di Lascio – DZ Butantã
  40. Eliane Cruz, ex presidenta da CNTSS e atual coordenadora nacional do Setorial Saúde
  41. Claudia Afonso, movimento popular de Saúde
  42. Renata Scaquetti – Secretária Municipal Sindical da Capital e Vice-Presidenta do DZ Pinheiros
  43. Juneia Batista – Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT
  44. Marcia Viana – Secretária da Mulher Trabalhadora CUT SP
  45. Anatalina Lourenço – Secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT
  46. Cleonice Ribeiro – Presidenta do SINDSAÚDE-SP
  47. Celia Regina Costa – Secretária Geral do SINDSAÚDE – SP/Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado de São Paulo/DZ Vila Mariana
  48. Elaine Leoni – Secretária Geral do Sindicato dos Enfermeiros de São Paulo
  49. Fernanda Lou Sans Magano – Presidenta do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo
  50. Candida Maria Rodrigues Vieira – Sindicato dos Jornalistas
  51. Lumena Almeida Castro Furtado – Psicóloga Sanitarista e Professora da UNIFESP
  52. Adriana Pereira – Coletivo Municipal de Mulheres do PT São Paulo
  53. Alexandra Dantas – Conselheira Municipal de Políticas para Mulheres de São Paulo
  54. Beatriz Wendel Abramo – DZ Pinheiros
  55. Camila Furchi – militante feminista
  56. Caroline Mendes – DCE Livre da USP
  57. Êgle Maitê Oliveira Lippi – Diretório Acadêmico de Hospitalidade da FAM
  58. Heluiza Regina Soares da Silva – DZ Sapopemba e membra da  Coordenação da FLM e da executiva nacional da CMP
  59. Julia Kopf – Diretora de Políticas Educacionais da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP)
  60. Maria de Jesus Coelho de Pinho (Gê) – Coletivo Municipal de Mulheres do PT/DZ Itaquera
  61. Sonia Coelho – Coletivo Municipal de Mulheres do PT
  62. Stephanie Ribeiro – Centro Acadêmico 22 de Agosto
  63. Rachel Moreno – militante feminista
  64. Nilce Aravecchia – Arquiteta e urbanista, professora da FAU/USP
  65. Mônica Angelis – Centro Acadêmico Visconde de Cairu
  66. Adelina Neres Teixeira Silva – DZ Tatuapé
  67. Amanda Lima da Rocha Pitta – DZ Penha
  68. Ananda Méndez Inácio – Coletivo Maria Augusta Thomaz PUC-SP/DZ Perdizes
  69. Antonia Serafim Rodrigues – Coordenadora do Movimento de Moradia Inclusa e DZ Centro
  70. Barbara Martins Alves dos Santos – DZ Pinheiros
  71. Beatrice Fontenelle-Weber – DZ Pinheiros
  72. Brenda Lilian Jaconi – DZ Guaianazes
  73. Caroline de Matos – Dz Santo Amaro
  74. Cátia de Oliveira Borges – DZ Centro
  75. Cleonice Alexandre Gonsales – DZ Cidade Tiradentes
  76. Cristina Fortunata Martins dos Santos – DZ Pinheiros
  77. Deilza Gomes Beserra –DZ Penha
  78. Desireé Pedreira dos Santos – Dz Tatuapé
  79. Eduarda Carolina Vaz – DZ Centro
  80. Edvania Paulino da Silva Santos Oliveira – DZ M’Boi Mirim
  81. Eleni Cid – DZ Mooca
  82. Elizangela Batista – DZ Ipiranga
  83. Emanuelle Mota Santos – DZ Vila Prudente
  84. Erica Franco – DZ Butantã
  85. Fatima Aparecida Ferrari – DZ Sapopemba
  86. Francisca Ivaneide de Carvalho – DZ Sapopemba e Coletivo Cidadania Ativa
  87. Gabi Dainezi – DZ Ermelino Matarazzo
  88. Heloisa Improta Dias – DZ Pinheiros
  89. Isabela Benassi Carvalho – DZ Pinheiros
  90. Ivoneide Josefa da Silva – DZ Sapopemba
  91. Kathelyn Batista Fernandes de Lima – DZ Santana
  92. Larissa Beatriz da Silva – DZ Sapopemba
  93. Luciane Dias da Silva  – DZ Freguesia do Ó
  94. Malvina Souza de Amaral – DZ Campo Limpo
  95. Maria Alice Vieira – DZ Pinheiros
  96. Maria Aparecida de Souza – DZ Itaquera
  97. Maria Ilsa Silva Nascimento – DZ Tatuapé
  98. Maria José da Silva Carvalho – DZ São Miguel Paulista
  99. Maria Jose Pinheiro da Mota – DZ Santo Amaro
  100. Maria José Silva – DZ Santo Amaro

101.Maria Lucia Rocha (Lucinha) – DZ Itaquera

102.Maria Verônica da Silva – DZ São Miguel Paulista

103.Marina José da Silva Carvalho – DZ São Miguel

104.Miriam Salete Goes Shibata – DZ Jabaquara

  1. Natalia Cavalcante Dias – DZ Guaianazes e Coletivo Paulo Freire

106.Raquel Dreguer – Diretório Estadual do PT-SP e DZ Penha

107.Rosana Lessa Bastos da Costa – DZ Vila Matilde

108.Roseli dos Santos Almeida – DZ Freguesia do Ó

109.Rosemeire Pereira Santos (Rose Aleixo) – DZ Ermelino Matarazzo

110.Sheila Mendes do Nascimento – DZ Jabaquara

111.Vânia Ribeiro Gomes – DZ Pinheiros

112.Vivian Trindade – Membra do Coletivo Municipal e Estadual LGBT/DZ Santana

113.Andreia do Carmo de Oliveira – DZ Mooca

114.Adriana Brandão – DZ Santo Amaro

  1. Ana Cristina de Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca

116.Ana Figueiredo – médica sanitarista

117.Ana Paula Bastos Vilar Garcia – Coletivo Feminista Alice Canabrava FEA USP

  1. Ana Regina de Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca
  2. Ana Teresa de Castro Martins Bonilha – DZ Santo Amaro

120.Carla Assunção Neves Veloso Carlos – Diretório Acadêmico de Hospitalidades da FAM

  1. Carolina Quiquinato – DZ Pinheiros
  2. Celi Assumpção – movimento de cultura da Zona Leste
  3. Celsa Freire – DZ Lapa
  4. Claudia Gibeli Gomes – DZ Pinheiros
  5. Cleusa Lourandi – DZ Lapa
  6. Dora Fernandes – Coletivo Feminsita Yabá PUC-SP
  7. Elaine Alice S Siqueira – Coordenação da Apeoesp Norte
  8. Elaine Barbi – Conselheira da Apeoesp
  9. Eliete Ventura Diaz
  10. Elisa Zanerato – psicóloga, professora da PUC-SP
  11. Eva Neses – Vila Reis
  12. Evaniza Rodrigues – DZ Sapopemba
  13. Fernanda Maria Souza Silva
  14. Flávia Rolim de Andrade
  15. Hyde Pereira Santos – DZ Pinheiros
  16. Ilma Salete – Professora Aposentada
  17. Iracema Araújo – Jardim Helena
  18. Janaina Cristina – FLM
  19. Jomarina Fonseca – MCR/FLM
  20. Jordana Dias Pereira – socióloga
  21. Júlia Carvalho Ferreira Barbosa Lima
  22. Juliana Niero Assumpção
  23. Keiko Yonamine – DZ Vila Mariana
  24. Larissa D Alkimin – DZ Pinheiros
  25. Marcia Furquim de Almeida – DZ Pinheiros
  26. Margarete Gonçalves Pedroso – advogada
  27. Maria Célia Guerra Medina – DZ Santana
  28. Maria Clara – professora
  29. Maria de Lourdes Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca
  30. Maria dos Anjos – Vila Reis
  31. Maria Niuza Ferreira da Silva – Marcha Mundial das Mulheres/Zona Leste
  32. Maria Lúcia da Silveira – socióloga e militante da Marcha Mundial das Mulheres
  33. Marlene Furino – metroviária e militante da Marcha Mundial das Mulheres
  34. Michiko Shiroma de Carvalho – DZ Pinheiros
  35. Mirna Busse Pereira – DZ Pinheiros, Historiadora e Professora Universitária
  36. Monica Regina Froes – DZ Ermelino Matarazzo
  37. Paula Oliveira Silva – DZ Itaim Paulista
  38. Professora Cidinha – São Miguel Paulista
  39. Regina Orsi – DZ Perdizer

161.Rita Quadros – DZ Centro e Cidadania Ativa

162.Rosa Ribeiro – DZ Ipiranga

163.Roseli Lopes Campos – Coletivo Cidadania Ativa

  1. Rosi Saraiva Pessoa – DZ São Mateus
  2. Silvia Linhares – Setorial Municipal de Cultura
  3. Suely Levy -DZ Centro – DZ Centro e Movimento Popular de Saúde do Centro
  4. Teresinha Pinto – biomédica e educadora

168.Thais Silva dos Santos

  1. Valéria Amadio Beneton – DZ Pinheiros
  2. Wanda M. Junqueira Aguiar – psicóloga e Professora PUC-SP

171.Ynaê Cortada Lotito – DCE Livre da USP

  1. Laura Feweverker – médica, professora, defensora do SUS
  2. Jussara Goes Monteiro – DZ Perdizes
  3. Eliete Pereira da Silva – DZ Perdizes
  4. Sonia Regina Batista da Silva – DZ Butantã
  5. Cleusa Garcia – Vice-Presidenta do PT Capital
  6. Marlene Severina da Silva Rangel – DZ Freguesia do Ó
  7. Clara Averbuck – escritora e jornalista

 

Manifesto da Democracia Socialista de apoio a pré-candidatura do Padilha



Manifesto: Alexandre Padilha e os Direitos Humanos



Foto: Edson Hatakeyama

Em tempos de pandemia, o debate sobre o Estado do bem-estar social voltou a fazer parte da agenda pública. A importância do Sistema Único de Saúde, da previdência social, enfim, do Estado como garantidor dos direitos fundamentais da população se faz mais presente do que nunca.

É neste contexto que dois projetos políticos são apresentados na maior metrópole do país: o neoliberalismo tardio, privatizador, da dupla Covas/Dória, e o projeto humanista do Partido dos Trabalhadores, que estará mais bem representado na figura do pré-candidato Alexandre Padilha.

Um dos fatores que atestam a importância de sua gestão no Ministério da Saúde é a quantidade de ataques que sofreu da “elite” brasileira. Os programas Mais Médicos, além de garantir o direito humano constitucional à saúde (arts. 196 a 200 da CF), levando atendimento à população menos favorecida dos interiores e nas periferias das grandes metrópoles, colocou em xeque privilégios de classe, e mais ainda, promoveu a integração latino-americana tão odiada pelo imperialismo estadunidense. Não é pouca coisa.

O direito à vida digna, à saúde, são a base dos direitos fundamentais. Não existe liberdade sem saúde, sem direito a uma vida digna, emprego, habitação, transporte. São direitos interdependentes. O embate que nós vivemos em São Paulo é nacional, e precisa de um nome de alcance nacional, que represente os valores humanistas que nós defendemos.

Por isso nós, militantes dos Direitos Humanos, estamos com Alexandre Padilha nestas prévias. Um nome que representa os cuidados básicos da saúde para uma população que sofre com o descaso do governo federal frente à pandemia. Que representa a dignidade de um irmão latino-americano que, em um gesto de solidariedade e dedicação, presta seus serviços nas regiões onde o Estado não chega, a não ser em forma de repressão policial.

Nesse embate civilização vs barbárie, escolhemos um nome forte e conhecido nacionalmente pelos serviços prestados ao Brasil e a São Paulo. Essa não é uma eleição comum, mas sim uma etapa importantíssima da luta pela reafirmação dos direitos fundamentais. Estamos com vc, Alexandre Padilha.

São Paulo, 14 de maio de 2020.

Assinam esse documento:

Adriano Diogo – Secretário Nacional do Setorial de Direitos Humanos

Walter Fernandez – Secretário Estadual do Setorial Direitos Humanos PT/SP

Fábio Rodrigues de Jesus – Coordenador Municipal do Setorial de Direitos Humanos PT/SP

Interessados assinar o manifesto, entrar em contato com Fábio: 011 94736-2099

Quero Padilha pré-candidato do PT em SP! 13 motivos para votar no Padilha



 

Vivemos um momento excepcional com o isolamento social e as atenções estão voltadas para o enfrentamento à Covid-19 e à grave crise econômica, social e política, com a tentativa de desestabilização das instituições provocadas por Bolsonaro. A pauta das eleições vai girar em torno da saúde pública e do papel do Estado. A eleição em São Paulo é a mais importante do país e seu resultado é decisivo para o quadro político nacional e influenciará o resultado em toda a Região Metropolitana e no interior.

 

Será a oportunidade de apresentar um programa progressista, em contraposição tanto ao projeto neoliberal liderado por Bruno e Doria, como ao fascista e genocida, representado por Bolsonaro. Por isso, apresentamos 13 motivos para escolhermos Alexandra Padilha como o candidato do PT, uma retomada do projeto democrático e popular na cidade de São Paulo, para a reconexão de nosso partido com as bases e as periferias paulistanas, para o povo voltar a ser feliz!

Faça parte do time e assine a petição de apoio a pré-candidatura do Padilha a prefeito de SP pelo PT! Clique aqui 

 

  1. Estamos vivendo um período de pandemia e isolamento social. A pauta que dominará a eleição municipal neste ano será a saúde pública e o papel do Estado para resolver a atual crise econômica e social. Padilha é médico, ex-ministro da saúde e secretário da Saúde, tem uma excepcional possibilidade de ganhar protagonismo no quadro atual da pandemia, por ter propriedade para falar sobre o assunto, com grande inserção na mídia e redes sociais, além de ter enorme espaço para dialogar amplamente com inúmeros setores da sociedade paulistana, tanto nas áreas centrais, como na periferia.

 

  1. Petista histórico, bastante conhecido na cidade e em todo o país pelo trabalho que realizou no Ministério da Saúde, implantando o Programa Mais Médicos. Na Secretaria Municipal da Saúde, na gestão Haddad, inaugurou o primeiro hospital municipal após 10 anos, além de abrir vários hospitais Hora Certa e UPAs 24h na periferia e dar início às obras de dois hospitais, um em Parelheiros e outro em Brasilândia. Como candidato do PT a governador nas eleições de 2014, obteve, apesar da difícil conjuntura, um resultado expressivo: 23% dos votos na capital.

 

  1. Reúne as melhores condições de ampliar o apoio da candidatura petista entre os demais partidos de esquerda, assim como de inúmeros setores da sociedade civil de perfil democrático e progressista. Com o compromisso de lutar por uma cidade menos desigual e mais humana, não só com foco em vencer as eleições, mas também formando um bloco histórico mobilizado para apoiar as medidas de nossa gestão e lutar pelo FORA BOLSONARO!

 

  1. Garante maior unidade no Partido com representantes de todas as correntes internas, possibilitando maior mobilização, com grandes chances de chegar ao 2º turno e vencer a disputa, além de garantir uma boa bancada de vereadores e vereadoras.

 

  1. Colocará a defesa da vida e da renda no centro do projeto da cidade que queremos, mobilizando todos os aspectos políticos e de gestão para o fortalecimento do SUS, a implementação da Renda Básica de Cidadania, o aprofundamento da rede de proteção social e de solidariedade; e as políticas de geração de emprego e renda no enfrentamento da pandemia. Construindo um projeto de cidade saudável, sustentável, menos desigual e mais diversa na recuperação pós-pandemia.

 

  1. Fortalecerá os Conselhos Participativos, os conselhos de controle social e participação, os mecanismos de participação direta e governo aberto na construção de um orçamento participativo voltado para a maioria da população.

 

  1. Implementará um programa de fortalecimento da gestão pública, da valorização dos trabalhadores públicos e de desprivatização na cidade de São Paulo. Para isso será necessário construir uma política tributária socialmente justa, que cobre dos muito ricos e que favoreça a sustentabilidade ambiental, por exemplo, por meio do IPTU progressivo, visando financiar serviços públicos nas áreas mais necessitadas.

 

  1. Voltará todos os esforços da cidade de São Paulo para os mais vulneráveis, como a população negra, que sofre com o racismo institucional e a exclusão, a população LGBTQI+, garantindo direitos fundamentais historicamente desrespeitados, ainda mais nesse momento de retrocessos impostos pelo governo Bolsonaro, a população em situação de rua, os idosos, as mulheres e crianças vítimas de violência e as pessoas com uso problemático de drogas, como já provamos ser possível no Programa de Braços Abertos.

 

  1. Apostará no potencial inclusivo e transformador da educação pública em todos os níveis fortalecendo e ampliando marcas das gestões petistas como o MOVA, o projeto pedagógico na educação infantil, a inclusão na educação infantil, os CEUS e os territórios educativos, a Universidade Aberta, a alimentação escolar saudável e a segurança alimentar, a educação da história africana e a valorização da mulher.

 

  1. Será um governo que aposta na descentralização, no fortalecimento político, institucional e orçamentário das subprefeituras, na definição dos subprefeitos em discussão com a militância petista, popular e social das periferias, em um governo presente, atuante, diariamente junto da luta do nosso povo.

 

  1. Implementará a revolução necessária no direito à moradia e habitação digna, em conjunto com os movimentos de moradia, retomando as obras interrompidas do Programa Minha Casa Minha Vida na cidade.

 

  1. Colocará a juventude no centro das políticas públicas, assim como era feito no Programa Jovem SUS quando Padilha era secretário da Saúde na gestão Haddad. Combaterá o genocídio da juventude negra e periférica, fortalecendo o Programa Juventude Viva. Construirá políticas que valorizem a cultura periférica, retomando a força do Programa VAI, e, junto aos coletivos culturais, uma agenda em toda a cidade utilizando dos nossos equipamentos como bibliotecas, CEUs, praças e parques.

 

  1. Retomará uma visão de cidade democrática e inclusiva, ao aproximar o local de trabalho da moradia. Além de revogar as medidas da gestão Bruno-Doria que reduziram o número de ruas abertas nos finais de semana, voltando a democratizar os espaços de lazer pela cidade. E fortalecerá as marcas petistas na mobilidade urbana, como as faixas exclusivas do transporte coletivo e o bilhete único.

 

 

Manifesto: Alexandre Padilha e os direitos da população LGBTI+



 

👉🏽 Em tempos de pandemia, o debate sobre o Estado do bem-estar social voltou a fazer parte da agenda pública. A importância do Sistema Único de Saúde, da previdência social, enfim, do Estado como garantidor dos direitos fundamentais da população, em especial, de grupos historicamente de excluídos, como a população LGBTI+, se faz mais presente do que nunca.

👀 É neste contexto que dois projetos políticos são apresentados na maior metrópole do país: o neoliberalismo tardio, privatizador, da dupla Covas/Dória, e o projeto humanista do Partido dos Trabalhadores, que estará mais bem representado na figura do pré-candidato Alexandre Padilha.

🚑 Um dos fatores que atestam a importância de sua gestão no Ministério da Saúde é a quantidade de ataques que sofreu da “elite” brasileira. Os programas Mais Médicos, além de garantir o direito humano constitucional à saúde (arts. 196 a 200 da CF), levando atendimento à população menos favorecida dos interiores e nas periferias das grandes metrópoles, colocou em xeque privilégios de classe, e mais ainda, promoveu a integração latino-americana tão odiada pelo imperialismo estadunidense. Não é pouca coisa.

🧚🏼‍♂️ O direito à vida digna, à saúde, são a base dos direitos fundamentais. Não existe liberdade sem saúde, sem direito a uma vida digna, emprego, habitação, transporte. São direitos interdependentes. O embate que nós vivemos em São Paulo é nacional, e precisa de um nome de alcance nacional, que represente os valores humanistas que nós defendemos.

🌈 Por isso nós, militantes LGBTI+, estamos com Alexandre Padilha nestas prévias. Um nome que representa os cuidados básicos da saúde para uma população que sofre com o descaso do governo federal frente à pandemia. Que representa a dignidade de um irmão latino-americano que, em um gesto de solidariedade e dedicação, presta seus serviços nas regiões onde o Estado não chega, a não ser em forma de repressão policial.

👊🏽 Nesse embate civilização vs barbárie, escolhemos um nome forte e conhecido nacionalmente pelos serviços prestados ao Brasil e a São Paulo. Essa não é uma eleição comum, mas sim uma etapa importantíssima da luta pela reafirmação dos direitos fundamentais. Estamos com você, Alexandre Padilha!
🌈⭐️👩🏽‍🤝‍👩🏻👨🏽‍🤝‍👨🏾❤️

⏩Faça contato e assine com Padilha prefeito: 011 956580753– Pauléo⏪

São Paulo, 14 de maio de 2020.

Assinam esse documento:
– Beto de Jesus, ativista LGBTI+
– Salete Campari movimento social LGBTI+
– Cadu Oliveira Militante negro LGBT e pvha
– Ingrid Guzeloto, diretora LGBT da UNE
– André Beneit, ativista polícia e social dos movimentos de moradia, saúde e LGBTI+
– Franklin Felix, espírita
– Wal – Walmir Siqueira – coordenador nacional do coletivo LGBT da CUT
– Viviane Trindade
Membro dos coletivos municipal e estadual do Partido dos Trabalhadores
– Pedro Martinez, advogado criminalista
– Anderson Fabricio dos Santos Junior, ativista LGBT
– Daniel Wanderley, internacionalista e militante pela Diversidade Sexual e de Gênero.
André Beneit, ativista polícia e social dos movimentos de moradia, saúde e LGBTI+
– Renato Heliópolis – Artgay
– Mairton Bezerra da Silva, Psicólogo, Movimento LGBTI+ Da Unas Heliopolis
– Kátia Regina Mendes – Assistente Social, Militante do movimento LGBTI+ da UNAS.
– Leonardo Martins (Pauleo)
– Tayla Cunha
– Rodrigo Toneto – DZ Pinheiros
– Ananda Méndez – DZ Perdizes
– Isabela Marciano
– Fábio Januário de Souza – Pedagogo Movimento LGBTI+ da UNAS Heliópolis
– Anderson Pirota conselho popular nacional LGBT
– Lara Manuella, estudante de serviço social, mulher trans, militante do Movimento LGBTI+ da UNAS Heliópolis
-Gerohannah jornalista pedagoga, coordenação do Movimento LGBTI UNAS Heliópolis e região, militante LGBTI

Nabil Bonduki, Paulo Teixeira e Suplicy anunciam retirada de pré-candidatura e apoio a pré-candidatura do Padilha à Prefeitura de SP pelo PT



Nabil Bonduki, ex-secretário de cultura de Fernando Haddad e professor da USP, Paulo Teixeira, deputado federal, e Eduardo Suplicy, vereador de SP, pré-candidatos a Prefeito de SP pelo PT anunciaram oficialmente nesta quarta-feira (13) a retirada de suas candidaturas e apoio ao pré-candidato e deputado federal Alexandre Padilha à Prefeitura de SP. O anúncio foi feito em live transmitida nas redes sociais dos pré-candidatos.

Padilha agradeceu a confiança o significado do apoio dos militantes históricos e emblemáticos do PT para a cidade de São Paulo. ” Temos um projeto unitário para a cidade. As únicas vezes em que a distância dos muito ricos e dos que mais precisam foi reduzida em SP foram nos governos petistas. Por isso, precisamos estar juntos e unindo forças para a retomada dos projetos petistas que sempre deixaram essa cidade menos desigual e mais humana”, disse Padilha.

“Padilha tem experiência que vale a pena em estarmos confiantes em o apoiar. Foi Ministro da Saúde e Secretário da Saúde na cidade de São Paulo, está à frente no enfrentamento ao coronavírus na Câmara dos Deputados e sei que irá continuar trabalhando para ampliarmos a política da Renda básica de Cidadania”, afirmou o vereador Eduardo Suplicy.

O professor de Arquitetura e Urbanismo da USP Nabil Bonduki ressaltou que o apoio a pré-candidatura do Padilha à Prefeitura de SP pelo PT é uma demonstração da força de unificar o PT em torno de uma candidatura para ganhar.

“Defendo uma frente democrática progressista para as eleições municipais. Com a indisponibilidade de Haddad, quem reúne as melhores condições para representar esse campo e as várias correntes internas do PT, é o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Com a pandemia, a saúde tornou-se prioritária”.

O deputado federal Paulo Teixeira reiterou a necessidade de garantir uma cidade mais democrática, sustentável, tolerante e para isso é imprescindível a construção de uma chapa de esquerda na disputa da capital para enfrentar o projeto Bruno/Doria e Bolsonaro.

“Precisamos ter essa identidade de mobilização de projeto de cidade em SP, em especial neste momento de pandemia de coronavírus. Tenho certeza de que se o Padilha já fosse o prefeito teria evitado que a pandemia chegasse as periferias . Precisamos nos unir para esse enfrentamento e tenho certeza que Padilha é o mais preparado neste momento para SP se transformar em uma cidadela anti-Bolsonaro.”

Escolha do candidato

O PT realiza nos dias 15 e 16 de maio encontro virtual para escolha do candidato do partido. Permanecem na disputa os pré-candidatos Carlos Zarattini, deputado federal, Jilmar Tatto, ex-deputado federal, e Kika da Silva, liderança do movimento negro.

Veja como foi a transmissão:

Padilha participa de debate “O município de SP e a disputa eleitoral em 2020” do coletivo Cidadania Ativa



Nesta segunda – feira (10) o pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Alexandre Padilha, participou da discussão “O município de SP e a disputa eleitoral em 2020” do coletivo Cidadania Ativa.

Idealizado para propiciar e incentivar estudos e formação política com a ótica de esquerda, o coletivo é partidário, vinculado ao PT, formado por lideranças de movimentos sociais e entidades.

A discussão abordou os temas segmentados e regionais que serão discutidos nos debates que iniciarão na próxima sexta-feira (14) com todos os pré-candidatos do PT antes do processo de prévias do partido.

Em sua fala, Padilha reforçou a necessidade de união para a reconstrução do modo petista de governar e importância da eleição na capital. Para Padilha, a eleição municipal da cidade de São Paulo terá peso nacional.

“Se tem uma cidade que o PT tem a possibilidade de liderar no campo da esquerda, é São Paulo. Nós temos história, governamos por três gestões com Erundina, Marta e Haddad, não há uma política pública ou social que tenha sido aplicada na cidade que não tenha o dedo do PT. Precisamos de unidade para enfrentarmos o casamento Bolsonaro/Doria/Bruno Covas para acabar com as  desigualdades que aprofundaram São Paulo”.

O coletivo realizará debates com todos os  pré-candidatos.

Calendário atualizado de debates com pré-candidatos (as) à prefeitura para as eleições 2020.

*EDUCAÇÃO E CULTURA (TEMÁTICO)*

14/02/2020 – sexta-feira

Horário: 19h

Auditório do Diretório Municipal do PT-SP

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226 – Bela Vista

*LESTE III (REGIÃO)*

Itaim, São Miguel

15/02/2020 – sábado

Horário: 9h30

Rua José Cardoso Pimentel, n° 349 – Itaim Paulista

Próximo à Paróquia São João Batista

*LESTE IV (REGIÃO)*

Ermelino Matarazzo, Penha, Vila Matilde, Itaquera

15/02/2020 – sábado

Horário: 15h

Rua Flores do Piauí, 170 – Itaquera – CIFA

*SUL I (REGIÃO)*

Campo Limpo, M’ Boi Mirim

16/02/2020 – domingo

Horário: 9h30

Local a definir

*NOROESTE II*

Casa Verde, Brasilândia

16/02/2020 – domingo

Horário: 15h

Local: Av. Deputado Cantídio Sampaio,144 – Brasilândia

Próx. ao Term. Cachoeirinha

*CENTRO*

Mooca, Centro

27/02/2020 – quinta-feira

Horário: 19h

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226

Auditório do Diretório Municipal do PT-SP

*SAÚDE e LGBTQI+ (TEMÁTICO)*

28/02/2020 – sexta-feira

Horário: 19h

Auditório do Diretório Municipal do PT-SP

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226 – Bela Vista

*OESTE (REGIÃO)*

Butantã, Perdizes, Pinheiros, Lapa

01/03/2020 – domingo

Horário: 9h30

Salão da Igreja Nossa Senhora da Lapa

Rua Nossa Senhora da Lapa, 298 – Lapa

*NORTE I (REGIÃO)*

Jaçanã, Vila Maria, Santana, Tucuruvi

01/03/2020 – domingo

Horário: 14h30

Local a definir

*MULHERES E IGUALDADE RACIAL (TEMÁTICO)*

05/03/2020 – quinta-feira

Horário: 19h

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226

Sede do Diretório Municipal do PT-SP

*HABITAÇÃO, REFORMA URBANA, MOBILIDADE e MEIO AMBIENTE (TEMÁTICO)*

06/03/2020 – sexta-feira

Horário: 19h

Sindicato dos Químicos

Rua Tamandaré, 348 – Liberdade

*NOROESTE I (REGIÃO)*

Pirituba, Perus

07/03/2020 – sábado

Horário: 9h30

Av. Dep. Cantídio Sampaio, 6481

Parada de Taipas (Creche Azul)

*SUL II e SUL III (REGIÃO)*

Capela do Socorro, Parelheiros, Cidade Ademar, Jabaquara, Santo Amaro

07/03/2020 – sábado

Horário: 15h

Local a definir

*MOVIMENTO SINDICAL (TEMÁTICO)*

12/03/2020 – quinta-feira

Horário: 19h

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226

Auditório do Diretório Municipal do PT-SP

*JUVENTUDE E DIREITOS HUMANOS (TEMÁTICO)*

13/03/2020 – sexta-feira

Horário: 19h

Rua Asdrúbal do Nascimento, 226

Auditório do Diretório Municipal do PT-SP

*LESTE I (REGIÃO)*

Sapopemba, Vila Prudente, Vila Formosa, Tatuapé, São Mateus

14/03/2020 – sábado

Horário: 9h30

Local a definir

*SUDESTE IV (REGIÃO)*

Saúde, Vila Mariana, Ipiranga

14/03/2020 – sábado

Horário: 15h

Local a definir

*LESTE II (REGIÃO)*

Cidade Tiradentes, Guaianases

15/03/2020 – domingo

Horário: 9h30

Paróquia Santo Cristo Rua dos Têxteis, 653

“Foram os governos petistas que diminuíram as distâncias entre os muito ricos e a maioria da população na cidade de São Paulo”, afirma Padilha



 

Nesta segunda-feira (27) Alexandre Padilha, pré-candidato do PT a Prefeitura de São Paulo, se reuniu com representantes dos diretórios zonais da capital paulista para agradecer o esforço da militância na garantia das assinaturas de filiados e filiadas para a efetivar sua inscrição às prévias do partido e reafirmar sua candidatura a prefeito da cidade de São Paulo.

Já com a quantidade necessária para participar do processo de prévias do PT, Padilha reiterou a importância do debate pela unidade do partido e pela defesa do legado das gestões do PT na cidade.

“Vamos cumprir e ultrapassar a meta de 1.805 assinaturas para minha inscrição graças ao esforço e empenho de vocês, por acreditarem e apoiarem nosso projeto e também para que possamos fortalecer os legados da gestão Erundina, Marta Suplicy e de Fernando Haddad. Foram os governos petistas que diminuíram as distâncias dos muito ricos e da maioria da população na cidade”, disse Padilha.

O pré-candidato ainda retirou que o PT nasceu das massas e as decisões internas são fundamentais para que se possa proporcionar o debate dentro do Partido.

“O PT tem história e posicionamento para fazer a contraposição ao governo ‘BrunoDoria’. Esse casamento é alimentado pelo governo Bolsonaro, que só governa para os mais ricos”.

 

Quer nos ajudar a fazer SP uma cidade melhor pra todos e todas? Vem com a gente nessa luta

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