ORIGEM E MILITÂNCIA

Padilha é filho único do casal Anivaldo Pereira Padilha e Macilea Rocha Santos Chaves. Nasceu no ano que em seus pais, militantes de movimentos de igrejas contra a ditadura no Brasil, foram forçados a se separar. Anivaldo Padilha foi preso durante onze meses. Quando ele saiu do Presídio Tiradentes, Macilea engravidou. A perseguição do regime militar continuou e o pai de Padilha exilou-se no Uruguai, Chile, Argentina,Estados Unidos e Suíça, sem poder assistir ao nascimento do filho. A mãe de Padilha optou por permanecer no Brasil. Trancou o quinto ano de Medicina e ficou na clandestinidade por mais de dois anos. Por isso, nos primeiros anos de vida, Padilha morou em diferentes bairros de São Paulo, depois em Belo Horizonte e em Maceió. Com a estiramento da ditadura, mãe e filho se estabelecem no Butantã, bairro paulistano de classe média onde o brincava no ambiente do Instituto Butantã e da Cidade Universitária da USP. Se correspondia através de fitas cassetes com o pai exilado. Somente aos oito anos de idade, depois da Lei da Anistia, Padilha pôde abraçar seu pai pela primeira vez.

Padilha foi convidado pelo presidente Lula, em 2003, para ser diretor de saúde indígena da FUNASA, por conta de seu trabalho com as comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas, combatendo a malária e outras epidemias como tuberculose, doença de chagas, aids, infecção hospitalar, em Santarém, no Pará, pelo Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP.

CONHEÇA O PADILHA

Alexandre Rocha Santos Padilha, é paulistano, nasceu em 14 de setembro de 1971, é médico infectologista formado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com pós-graduação pela Universidade de São Paulo (USP), médico pesquisador do Núcleo de Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade de São Paulo (NUMETROP/USP) e professor do programa de residência multiprofissional em atenção primária e da residência médica em medicina da família e comunidade da Universidade Nove de Julho/UNINOVE. Atua como Consultor da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS/OMS) e é membro do Grupo Consultivo Nacional do Fundo de Populações da Organização das Nações.

Em 2003, o presidente Lula, recém-eleito, o convida para a direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Em 2005, é chamado para integrar o Secretaria de Relações Institucionais e, no ano seguinte, torna-se subchefe de Assuntos Federativos. No segundo mandato do presidente Lula, em 2009, com apenas 38 anos, é nomeado ministro das Relações Institucionais, tornando-se assim o coordenador político da Presidência da República, o mais novo ministro do governo. Em 2011, a então presidenta eleita Dilma Rousseff o convida para ser Ministro da Saúde, onde permaneceu no cargo por três anos, de janeiro de 2011 a janeiro de 2014. De janeiro a agosto de 2015, foi Secretário de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo e no período de setembro de 2015 a dezembro de 2016, foi Secretário Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo, na gestão do prefeito Fernando Haddad.

Durante a infância, costumava acompanhar a mãe, já formada médica e conhecida como Doutora Lea, no trabalho voluntário de fim de semana que ela prestava no posto de saúde da paróquia do Parque Regina, no Campo Limpo – periferia da zona sul de São Paulo. Aos 15 anos, sai do Butantã para morar no bairro, em uma casa construída pela Dra. Lea.

Com 17 anos, Padilha ingressa na Faculdade de Medicina da Unicamp e vai morar em Campinas. Participa da política estudantil desde o início do curso. No segundo ano, já se torna o presidente da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) e em seguida do DCE da Unicamp. Por três anos, cursou poucas matérias para dedicar mais tempo à militância estudantil e à construção da Juventude do PT.

Ajudou a criar a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico, cujo propósito principal era o de aproximar o estudante da saúde pública. O movimento resultou em uma profunda reestruturação do ensino médico brasileiro, que antecipou o contato dos estudantes com o SUS. As aulas, antes restritas ao quinto e ao sexto ano, passaram a acontecer já no primeiro semestre do curso.

CONHEÇA O PADILHA

Alexandre Rocha Santos Padilha, é paulistano, nasceu em 14 de setembro de 1971, é médico infectologista formado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com pós-graduação pela Universidade de São Paulo (USP), médico pesquisador do Núcleo de Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade de São Paulo (NUMETROP/USP) e professor do programa de residência multiprofissional em atenção primária e da residência médica em medicina da família e comunidade da Universidade Nove de Julho/UNINOVE. Atua como Consultor da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS/OMS) e é membro do Grupo Consultivo Nacional do Fundo de Populações da Organização das Nações.

Em 2003, o presidente Lula, recém-eleito, o convida para a direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Em 2005, é chamado para integrar o Secretaria de Relações Institucionais e, no ano seguinte, torna-se subchefe de Assuntos Federativos. No segundo mandato do presidente Lula, em 2009, com apenas 38 anos, é nomeado ministro das Relações Institucionais, tornando-se assim o coordenador político da Presidência da República, o mais novo ministro do governo. Em 2011, a então presidenta eleita Dilma Rousseff o convida para ser Ministro da Saúde, onde permaneceu no cargo por três anos, de janeiro de 2011 a janeiro de 2014. De janeiro a agosto de 2015, foi Secretário de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo e no período de setembro de 2015 a dezembro de 2016, foi Secretário Municipal de Saúde da Cidade de São Paulo, na gestão do prefeito Fernando Haddad.

Durante a infância, costumava acompanhar a mãe, já formada médica e conhecida como Doutora Lea, no trabalho voluntário de fim de semana que ela prestava no posto de saúde da paróquia do Parque Regina, no Campo Limpo – periferia da zona sul de São Paulo. Aos 15 anos, sai do Butantã para morar no bairro, em uma casa construída pela Dra. Lea.

Com 17 anos, Padilha ingressa na Faculdade de Medicina da Unicamp e vai morar em Campinas. Participa da política estudantil desde o início do curso. No segundo ano, já se torna o presidente da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) e em seguida do DCE da Unicamp. Por três anos, cursou poucas matérias para dedicar mais tempo à militância estudantil e à construção da Juventude do PT.

Ajudou a criar a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico, cujo propósito principal era o de aproximar o estudante da saúde pública. O movimento resultou em uma profunda reestruturação do ensino médico brasileiro, que antecipou o contato dos estudantes com o SUS. As aulas, antes restritas ao quinto e ao sexto ano, passaram a acontecer já no primeiro semestre do curso.

ORIGEM E MILITÂNCIA

Padilha é filho único do casal Anivaldo Pereira Padilha e Macilea Rocha Santos Chaves. Nasceu no ano que em seus pais, militantes de movimentos de igrejas contra a ditadura no Brasil, foram forçados a se separar. Anivaldo Padilha foi preso durante onze meses. Quando ele saiu do Presídio Tiradentes, Macilea engravidou. A perseguição do regime militar continuou e o pai de Padilha exilou-se no Uruguai, Chile, Argentina,Estados Unidos e Suíça, sem poder assistir ao nascimento do filho. A mãe de Padilha optou por permanecer no Brasil. Trancou o quinto ano de Medicina e ficou na clandestinidade por mais de dois anos. Por isso, nos primeiros anos de vida, Padilha morou em diferentes bairros de São Paulo, depois em Belo Horizonte e em Maceió. Com a estiramento da ditadura, mãe e filho se estabelecem no Butantã, bairro paulistano de classe média onde o brincava no ambiente do Instituto Butantã e da Cidade Universitária da USP. Se correspondia através de fitas cassetes com o pai exilado. Somente aos oito anos de idade, depois da Lei da Anistia, Padilha pôde abraçar seu pai pela primeira vez.

Padilha foi convidado pelo presidente Lula, em 2003, para ser diretor de saúde indígena da FUNASA, por conta de seu trabalho com as comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas, combatendo a malária e outras epidemias como tuberculose, doença de chagas, aids, infecção hospitalar, em Santarém, no Pará, pelo Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP.