Coronavírus: abertura irresponsável das atividades vai piorar a economia e prejudicar os que mais precisam



Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Por Alexandre Padilha publicado na Revista Fórum

Nesta semana o Governo do Estado de São Paulo apresentou o “Plano São Paulo”, onde foi anunciada a retomada parcial das atividades econômicas e comerciais das regiões metropolitanas utilizando como critério principal o número de casos confirmados por Covid-19.

Quero deixar claro, mais uma vez, que sou favorável a um planejamento organizado para a reabertura das atividades e da locomoção nas cidades desde que seja feita a partir da característica de cada região do país. Por isso, apresentei o projeto de lei que institui o plano “Protege Brasil”, que foi inspirado em experiências internacionais e estabelece critérios rigorosos, claros e seguros para a criação de diretrizes nacionais para a retomada gradual das atividades econômicas e comerciais.

Nele, as regiões são classificadas por fases de transmissão e são estabelecidos como critérios claros a retomada desde que haja a redução de casos confirmados e suspeitos da doença e queda nas internações por gripe grave e Covid-19 por 14 dias consecutivos. Além disso, estabelece que esses critérios sejam validados pelo conselho estadual de saúde, haja transparência na informação dos dados e fortalecimento da atenção primaria em saúde na região.

É totalmente irresponsável abrir as atividades comerciais e econômicas de uma região que teve crescimento de casos suspeitos e confirmados de Covid-19 nos últimos 14 dias, como por exemplo na cidade de São Paulo, que nas últimas duas semanas apresentou aumento diário do número de mortes confirmadas.

Outra irresponsabilidade: não dá para tratar todas as regiões metropolitanas do estado de São Paulo com critérios diferentes. Não faz sentido abrir atividades como shopping na capital e não entender que isso significa que trabalhadores do conjunto de outras cidades da região vão se deslocar para seus postos de trabalho nestes estabelecimentos. E os consumidores irão circular para irem a esses serviços que estarão abertos. Há que se definir critérios e regras para capital do estado e também para as outras regiões.

Ao apresentar este plano o Governo do Estado não prepara a população para enfrentar o distanciamento físico de acordo com realidades em que as pessoas vivem nas comunidades, onde famílias inteiras moram, muitas vezes, no mesmo cômodo. Em realidade como essa, se uma pessoa é infectada, rapidamente a doença vai ser transmitida para as outras pessoas da casa.

Esse ponto ao menos deveria der sido pensado e é ignorado pelas as autoridades. Como utilizar como prevenção os espaços públicos dessas comunidades para reorganizar o distanciamento físico das pessoas? Toda a rede hoteleira do estado está subutilizada neste momento, por que não está sendo utilizada para acolher as pessoas, seja as que estão em situação de rua ou as que vivem em comunidades?

O Governo do Estado de São Paulo não apresentou planos seguros para enfrentar o momento crítico da pandemia e para o processo de reabertura das atividades. O anúncio da reabertura mostra claramente a falta de compromisso com os trabalhadores. Como iniciar um processo de reabertura sem garantir a proteção necessária para todos? Não há regras claras de como os empresários irão proteger seus funcionários.

Por esses motivos, fica clara a submissão do Governo do Estado de São Paulo as pressões de interesses econômicos. As medidas de distanciamento só protegem as classes média e alta que são internadas nos hospitais privados. Agora que há queda de internações nesses estabelecimentos, viram as costas para o povo que mais sofre. Também falta coragem de enfrentar os interesses privados para salvar vidas.

Padilha aciona TCU para análise de postagem da Secom sobre uso da cloroquina



O deputado Alexandre Padilha solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) abertura de análise de peça publicitária veiculada na conta oficial do Twitter da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) que defendia o uso da cloroquina/hidroxicloroquina sem eficácia cientifica comprovada.

O post, que foi deletado, afirmava “O Ministério da Saúde adotou um novo protocolo para receita da cloroquina/hidroxicloroquina. O medicamento, que já é adotado em diversas partes do mundo, é considerado o mais promissor no combate à Covid-19”, acompanhado de uma imagem que classifica a droga como “o tratamento mais eficaz contra o coronavírus.”

No pedido, Padilha fundamenta que a abertura de análise no TCU deve ser realizada pois a publicação “fere os preceitos a serem observados pela comunicação de órgão público, inclusive disseminando informação falsa que representa risco à vida de milhões de brasileiros”.

Veja à integra do documento 

Padilha pede esclarecimentos ao Ministério da Saúde e apresenta projeto de lei para suspender protocolo da cloroquina de Bolsonaro



*Com informações da Revista Fórum

O deputado Alexandre Padilha (PT-SP) apresentou nesta quarta-feira (20) requerimento de informação ao Ministério da Saúde sobre o anúncio do protocolo com as orientações para o uso da cloroquina e hidroxicloroquina para tratamento medicamentoso de pacientes com sinais e sintomas de Covid-19.

Considerando que o protocolo do Ministério da Saúde é apócrifo, não explicita quais foram os critérios para a orientação de uso de medicação sem comprovação da garantia de eficácia cientifica, que apresenta reações adversas claras e possui estudos em uso precoce ainda não definidos, o pedido indaga, entre outros assuntos, a falta de assinatura de um responsável técnico pelo protocolo, se ele foi debatido em todas as instâncias do Ministério, indaga se houve consulta para incorporação da medicação na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC) e se foi levada em consideração o questionamento e suspensão da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e do Conselho Nacional de Saúde sobre estudo do uso da cloroquina e hidroxicloroquina pela realizado pela Rede Prevent Sênior. O pedido ainda alerta as contradições das orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e por não apresentar o cuidado do sistema de vigilância de eventos adversos.

“O protocolo é uma contradição em si e reafirma o tempo todo que a cloroquina não tem evidência da eficácia e utilização clara para o tratamento a pacientes com coronavírus. Não há assinatura do responsável técnico no documento e uma orientação de diretrizes sobre atenção pré-hospitalar de como cuidar das pessoas. Defendo que todas as alternativas terapêuticas, inclusive a cloroquina, devem continuar sendo avaliadas em estudos controlados e não em distribuição em massa”, afirma Padilha.

Projeto de Decreto Legislativo para sustar o protocolo de uso cloroquina

Padilha também apresentou nesta quinta-feira (21)  projeto de lei na Câmara para suspender o novo protocolo do Ministério da Saúde. O parlamentar também acionou o Tribunal de Contas da União (TCU), listando irregularidades no protocolo e motivações do governo que “afrontam o interesse público”.

Além dos questionamentos ao Ministério da Saúde e o pedido de suspensão do protocolo, Padilha acionou o Tribunal de Contas da União para solicitar abertura de procedimento de análise pelo aumento da produção da cloroquina determinada ao Exército pelo Presidente da República e ofício à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão para investigação e responsabilização, inclusive criminalmente.

Projeto do Padilha obriga inclusão de raça nos registros da covid-19; veja a íntegra



Imagem/Divulgação

*Com informações do Congresso em Foco

O deputado Alexandre Padilha (PT-SP) apresentou na Câmara um projeto de lei (PL) que determina aos órgãos integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) e instituições privadas de assistência à saúde a inclusão de marcador étnico-racial nos registros dos pacientes com covid-19, conforme as categorias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de localização e de gênero, para a produção de dados oficiais de contaminação e mortalidade da doença. O PL prevê que os dados passem a fazer parte da apresentação pública dos dados de infecção e mortalidade.

O projeto prevê que os dados de qualquer pessoa com suspeita de contaminação, contaminadas, hospitalizadas e falecidas por covid-19 sejam marcados.

Padilha utilizou na justificativa do projeto exemplo de uma ação civil pública, que foi ajuizada pelo Instituto Luiz Gama e pela Defensoria Pública União (DPU), que resultou na determinação da Justiça Federal do Rio de Janeiro para que os dados registrados e divulgados sobre os “casos de coronavírus no país incluam, obrigatoriamente, informações sobre a etnorraça dos infectados, e reconheceu a necessidade de identificar grupos mais vulneráveis à pandemia no país”.

“Na decisão o juiz federal do Rio de Janeiro Dimitri Vasconcelos Wanderley destacou que ‘a urgência da medida reside na própria pandemia e na necessidade premente de que os gestores adotem medidas realmente condizentes com as necessidades da população, especialmente a que se encontra em situação de maior vulnerabilidade’”, diz a justificativa do projeto.

Segundo o projeto, o risco de morte de negros por covid-19 é 62% maior em relação aos brancos. No
caso dos pardos, esse risco é 23% maior.

 

Veja o PL na íntegra 

MP 933: parecer amplia a suspensão do reajuste de preços de remédios e de planos de saúde



Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

*Com informações da assessoria de comunicação do Deputado Assis Carvalho (PT-PI)

O deputado federal Assis Carvalho (PT-PI) que é o relator da Medida Provisória (MP 933/20), que suspendeu por 60 dias o reajuste do preço de medicamentos, entregou nesta segunda-feira (18), ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o seu parecer e o pedido de ampliação do período estabelecido da medida. O anúncio foi realizado em uma transmissão ao vivo nas redes sociais com o deputado Alexandre Padilha (PT-SP).

No relatório, o Assis propõe o congelamento do reajuste dos preços de remédios até 1º de agosto e da mensalidade dos planos de saúde e dos valores de coparticipação enquanto durar o período de calamidade em decorrência da pandemia de coronavírus. O parlamentar propõe também manter na qualidade de beneficiário de quem se tornar inadimplente em função da crise econômica gerada pela pandemia, dando-se um prazo para renegociação dos valores atrasados. Dessa forma, fica proibida a suspensão do fornecimento de serviços médicos contratados em planos de saúde privados em caso de inadimplência das mensalidades.

Assis explica que o texto final do relatório se deu após consulta a representantes de produtores, distribuidores, consumidores e trabalhadores e trabalhadoras da saúde, Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, gestores públicos e especialistas e conselhos de categorias da área de saúde.

“Ampliamos a prorrogação do congelamento de preços dos remédios e dos planos privados com o objetivo de proteger os mais vulneráveis. O atendimento não poderá ser negado em caso de inadimplência”.

Foram apresentadas emendas  por deputados e deputadas que sugeriram desde a alteração do prazo de suspensão do reajuste de preços, descontos, acréscimo de suplementos, equipamentos de proteção individual (EPI), criação de um programa de auxílio farmacêutico, questões relativas a planos de saúde, penalidades para quem ajustar preços e atribuições de fiscalização até a proposta de estender a atribuição da revalidação dos diplomas de graduação em Medicina expedidos por instituições estrangeiras – o Revalida.

Padilha explica que esta emenda sobre o Revalida autoriza a chamada dos médicos brasileiros formados no exterior para o atendimento imediato. “Se aprovarmos essa medida e o Presidente da República a sancionar, os 15 mil médicos brasileiros formados no exterior que estão no Brasil poderão atuar na linha de frente do combate ao coronavírus. Serão mais médicos para o atendimento neste momento mais difícil”.

Crise sanitária- A MP 933/20, de 31 de março de 2020, suspende, pelo prazo de sessenta dias, o ajuste anual dos preços dos medicamentos para o ano de 2020, previsto na Lei nº 10.742/2003. A razão para a suspensão é a emergência em saúde pública em sustar o aumento previsto no preço dos medicamentos, diante da crise sanitária em decorrência da pandemia de Covid-19, agravada pela crise econômica, de modo a viabilizar o acesso a remédios pela população brasileira.

O relatório do parlamentar petista traz a previsão de que a União repasse um valor adicional específico para custear a assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde. O valor de R$ 50 por habitante será repassado por meio do Fundo Nacional de Saúde diretamente aos fundos estaduais e distrital de saúde, e deverá ser distribuído de acordo com a forma de cálculo utilizada para a divisão do Fundo de Participação dos Estados.

O parecer prevê ainda que, durante o de estado de calamidade pública, seja permitido aos estabelecimentos de saúde prorrogar a jornada de trabalho e adotar escalas de horas suplementares entre a décima terceira e a vigésima quarta hora do intervalo interjornada, sem que haja penalidade administrativa, garantido o repouso semanal remunerado. O relatório garante aos profissionais de saúde vinculados a Programas de Residência Médica e em Área Profissional da Saúde o adicional de 40% sobre o valor atual da Bolsa de Residência – pago pela União por até três meses após o fim do estado de emergência em saúde pública. Serão assegurados a esses profissionais os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Conheça a MP 933/20: https://bit.ly/35vWdC3

 

 

Manifesto de Religiosas e Religiosos com Padilha



*Imagem/Divulgação

Os difíceis tempos de pandemia em que vivemos expôs uma narrativa política que opõe as vidas humanas ao trabalho e a economia. Enquanto religiosas e religiosos de diferentes tradições de fé, igrejas e comunidades, nós denunciamos profeticamente qualquer discurso ou política que menospreze, descarte ou diminua o valor da vida. Apesar de possuirmos religiões diferentes, vemos na vida humana uma dignidade sagrada que hoje é colocada em risco tanto pela pandemia em si, como também pelas decisões políticas tomadas pelos governos, em especial o Governo Federal de Jair Bolsonaro. Para nós o trabalho e a economia existem para servir a vida e o povo, e não o contrário.

Vemos na figura de Alexandre Padilha o melhor candidato para disputar neste contexto a prefeitura da cidade de São Paulo, epicentro da pandemia no país. Reconhecemos nos seus valores e na sua trajetória pública – como ministro da Saúde da Presidenta Dilma e como secretário de Saúde de Fernando Haddad – a defesa intransigente da vida digna e plena para todas e todos, com especial para aqueles que se encontram vulnerabilizados e historicamente excluídos.

Sabemos que no dia de hoje o Partido dos Trabalhadores estará escolhendo em prévias internas o futuro candidato a prefeito e por isso declaramos publicamente o nosso apoio ao Alexandre Padilha. Uma liderança com força, amplamente conhecida, com alta capacidade de comunicação para enfrentar um processo eleitoral difícil e competitivo. Um médico humano para cuidar da nossa cidade e do nosso povo em um momento tão delicado.

Assinam esse manifesto:

Iyá Adriana de Nanã – Candomblé
Alexandre Pupo – Metodista;
Aline Ribeiro – Espírita;
Aminah Naham – Muçulmana;
Ana Helena – Espírita;
Anna Rita Vieira – Muçulmana;
Antonio Augusto de Jesus – Assembleia de Deus;
Beto de Jesus – Anglicano;
Clarisse Goldberg – Judia;
Cecília Stringhini – Católica;
Daniel Souza – Anglicano;
Pastor David Alencar – Evangélico;
Fatma Aysha Syeda – Muçulmano;
Felipe Freitas de Souza – Muçulmano;
Franklin Felix – Espírita;
Franklin Andrade da Silva – Pentecostal;
Pastor Gabriel Freitas – Comunidade Novo Pacto;
Glauco Ribeiro de Souza – Espirita;
Hajj Mangolin – Muçulmano;
Hassan Malik – Muçulmano;
Helen Carmona – Católica;
Pastor Hélio Rios – Presbiterian;
Josafá Lopes – Evangélico;
Karine Garcêz – Muçulmana;
Leila Pin – Muçulmana;
Leonardo Tadeu – Umbandista;
Maria Amelia Melo – Católica;
Maria de Lourdes Ferreira – Espírita;
Pastora Maria Aparecida Vieira Lima – Pentecostal;
Marineide Pereira Ribeiro – Congregação Cristã do Brasil;
Nelson Nisenbaum – Judeu;
Raquel Catalani – Evangélica;
Sandra Santos – Umbandista;
Sergio Abdul Rashid – Muçulmano ;
Soraia Barros Sena – Muçulmano ;
Thais Dourado – Umbandista;
Viviane Carvalho – Metodista;

Assine você também

MANIFESTO MULHERES COM PADILHA



Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil

São Paulo – e o mundo todo – vivem hoje uma drástica crise sanitária, social e econômica. O duro momento reforça a importância de políticas públicas para redução das desigualdades em suas diversas faces. Na contramão do projeto que vem sendo aplicado por Bolsonaro, Dória e Covas, a crise expôs a necessidade do Estado em assegurar e fortalecer a saúde pública e em promover políticas de amparo à população mais vulnerável. As mulheres, em especial as mulheres negras e da periferia, estão entre as mais afetadas pela crise. E por isso precisamos retomar a construção da cidade com o fortalecimento da democracia, da participação popular e a promoção e fortalecimento de políticas públicas para as mulheres, que combatam as desigualdades e reduzam as vulnerabilidades. Essa defesa deve ser o centro do debate das eleições de 2020.

As gestões petistas foram protagonistas na implementação de políticas públicas para mulheres, para a população LGBTQI+, de promoção da igualdade racial e defesa dos direitos humanos, colocando estes setores como prioridades no projeto de desenvolvimento  e justiça social. A inversão de prioridades promovida pelo modo petista de governar sempre partiu da compreensão que não seria possível enfrentar a miséria, a pobreza e a desigualdade se em conjunto não enfrentássemos o machismo e o racismo e redefiníssemos a importância da reprodução e do cuidado. A base da pirâmide da nossa sociedade tem gênero e raça e uma real alteração das estruturas da nossa sociedade parte da transformação profunda da vida destas trabalhadoras.

Desde a primeira gestão do Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, em 1988, diversas políticas para as mulheres foram implementadas: da criação da primeira coordenadoria de políticas para as mulheres na cidade até a estruturação da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial, na última gestão de Fernando Haddad, esteve presente a compreensão da necessidade de enfrentar radicalmente todas as formas de opressão através de formulação e implementação de políticas públicas.

A criação do primeiro serviço de aborto legal do país no Hospital do Jabaquara, do primeiro serviço de atendimento às mulheres em situação de violência e da primeira casa-abrigo; a construção da primeira Casa de Passagem e da Casa da Mulher Brasileira, a implementação do Vai e Volta e a prioridade na ampliação do número de vagas em creche, a viabilização dos Centros de Cidadania da Mulher, a criação do Projeto Guardiã Maria da Penha, a constituição do Conselho Municipal de Políticas para as Mulheres e da paridade nos conselhos municipais de participação social, a qualificação da iluminação pública com o programa “LED nos bairros”; a instituição do parto humanizado na rede municipal de saúde, com direito a acompanhante, a garantia do acesso de doulas nas maternidades e a criação da carreira de obstetriz no serviço público municipal; a aprovação da lei para o combate ao assédio sexual na administração pública, da lei que permite às mulheres descerem fora do ponto após as 22h e da que garante a amamentação em locais públicos. Esses exemplos são apenas alguns dos principais avanços das gestões petistas em São Paulo.

Na contramão, a atual gestão Dória-Covas promove o desmonte das políticas para as mulheres, esvaziando, sucateando e até fechando serviços de extrema importância conquistados a partir da incansável luta das mulheres. O desmonte da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres se deu já no primeiro dia de João Dória à frente da prefeitura;  o descaso com a Casa da Mulher Brasileira, que permaneceu fechada por 3 anos, assim como o congelamento das verbas para a área da assistência social durante os 4 anos da gestão tucana são a nítida demonstração de que não existe qualquer compromisso com a preservação da vida das mulheres.

Da mesma forma, assistimos ao descaso e descompromisso com os serviços de aborto legal da cidade, como a suspensão do serviço no Hospital do Jabaquara (Doutor Arthur Ribeiro Saboya), e a interrupção do serviço de aborto legal no Hospital Pérola Byington em meio a pandemia, promovendo uma verdadeira violência institucional contra as mulheres, fragilizando ainda mais a já precária rede de saúde da mulher. A verdade é que as únicas gestões que colocoram a mulher como um sujeito essencial na construção de uma cidade mais democrática, socialmente justa, segura e acolhedora foram as petistas, tornando esse posicionamento cada vez mais evidente na epidemia de coronavírus.

São Paulo, mais do que nunca, precisa de uma gestão municipal que volte a colocar as políticas para mulheres no centro de seu programa e estratégia. As mulheres hoje estão na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus. No Brasil, 85% das enfermeiras são mulheres, expostas ao vírus diariamente e que, muitas vezes, trabalham sem os equipamentos de proteção adequados. Menos de 40% das trabalhadoras domésticas foram liberadas durante a quarentena, enquanto 30% continuam trabalhando normalmente e outras 30% foram demitidas. No primeiro mês de quarentena, a violência contra a mulher no estado subiu 44% e o índice de feminicídio 46%. As mulheres das periferias, sobretudo, tem vivido a perversa face da crise nas regiões mais pobres da cidade e estão ainda mais vulneráveis. O momento, mais do que nunca, torna urgente políticas firmes e incisivas em defesa da vida e da saúde das mulheres.

Por isso, manifestamos nosso apoio ao Alexandre Padilha para representar o PT nas eleições de 2020 à prefeitura de São Paulo. Acreditamos e reafirmamos os compromissos por ele já feitos durante o rico processo de discussões e debates sobre a candidatura a Prefeito do PT, como:

(i) a reestruturação da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, como instrumento fundamental de formulação, proposição e promoção de políticas públicas que transformem a vida das mulheres, e da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial; 

(ii) a garantia da paridade entre homens e mulheres no primeiro escalão do governo, entendendo a importância das mulheres protagonizarem a linha de frente de uma gestão petista;

(iii) o compromisso com a garantia e fortalecimento da política de direitos reprodutivos e sexuais do serviço de aborto legal na cidade, em defesa da vida e da saúde das mulheres;

(iv) valorização da educação que promova valores de igualdade, liberdade e combate ao machismo, ao racismo e os preconceitos à população LGBTQI+.

Padilha foi formado nas trincheiras da luta do campo democrático popular do nosso país, tendo desde cedo enfrentado as consequências da luta contra a Ditadura. Do movimento estudantil, passando pelo trabalho junto à população indígena no Norte do país,  a Ministro mais jovem do Governo Lula. Foi o Ministro da Saúde do Governo Dilma e criador dos Mais Médicos e, em seguida, Secretário Municipal de Saúde do Governo Haddad. Hoje ocupa o cargo de Deputado Federal, eleito com 87.576 votos, onde realiza um mandato popular, ativo e participativo com diversos militantes do Estado de São Paulo.  Por isso que Padilha tem sido um importante nome da oposição neste momento de crise sanitária e política no Brasil.

Nós, mulheres diversas que historicamente defendemos, batalhamos e construímos a luta feminista no PT e na sociedade, reconhecemos, neste momento, Alexandre Padilha como o candidato que melhor absorveu as demandas e formulações das temáticas de gênero. Reforçamos a importância de que os compromissos apresentados até aqui sejam o ponto de partida de um programa avançado e radicalmente feminista para São Paulo, capaz de verdadeiramente transformar a vida das mulheres da cidade, promover o reencontro da população pobre da nossa cidade com um futuro de esperança e fortalecer a tão necessária luta pelo #ForaBolsonaro e a derrota deste projeto genocida, classista, machista, racista e anti-povo que colapsa o nossa país e a nossa democracia.

Assinam este manifesto:

  1.     Eleonora Menicucci – Ministra de Políticas para Mulheres do Governo Dilma
  2.   Denise Motta Dau – Secretária Municipal de Políticas para Mulheres do Gestão Haddad
  3.     Elisabete Silverio – Secretária Municipal de Mulheres do PT
  4.     Monica Valente – Executiva Nacional do PT
  5.   Nalu Faria – Coordenação da Marcha Mundial das Mulheres e Conselho Curador da Fundação Perseu Abramo
  6.   Ana Bock – psicóloga e professora PUC-SP
  7. Antonia Nascimento – Presidenta do DZ Sapopemba e liderança do MSRTU/FLM
  8.     Ana Lucia Gama Marques – Presidenta do DZ Saúde
  9.     Ana Lucia Rocha de Oliveira – Presidenta do DZ Vila Formosa
  10. Ingrid Guzeloto – Presidenta do DZ Santana
  11. Tamara Silva Nascimento – Presidenta do DZ Tatuapé
  12. Roseni Xavier de Sousa – Presidenta do DZ Vila Prudente
  13. Carolina Pastorin Castineira – Vice-presidenta DZ Perdizes, Coletivo Linhas de Sampa, Comitê Hospital Sorocabana e Conselho Gestor Complexo Penha
  14. Luciana Aguiar das Graças – Vice Presidenta do DZ Saúde, Coordenadora do Movimento de Mulheres de Heliópolis e Região UNAS e Conselheira Municipal de Políticas para Mulheres de São Paulo
  15. 15. Silvani Nascimento Pereira – Vice-Presidenta do DZ Tucuruvi
  16. Carmen Silva – Movimento Sem Teto do Centro
  17. Vivian Mendes – Executiva Estadual do PT-SP
  18. Tatau Godinho – Executiva Estadual do PT-SP
  19. Nathalia Campoy –Executiva Estadual do PT
  20. Aline Andrade Rocha – Diretório Estadual do PT-SP e Coletivo Cidadania Ativa
  21. Vera Machado – Diretório Estadual do PT-SP e Coletivo Estadual de Mulheres do PT
  22. Ligia Toneto – Diretório Estadual do PT-SP
  23. Antonia Cleide Alves – educadora popular e presidenta da UNAS
  24. Maria Auxiliadora Chaves da Silva – Diretório Municipal da Capital
  25. Sarah de Roure – Diretório Municipal da Capital
  26. Sirlândia Mendes – Diretório Municipal da Capital
  27. Paula Motta Lara – Secretária Municipal de Licenciamento na gestão Haddad
  28. Célia Bortoleto – Secretária Adjunta de Saúde na Gestão Haddad e Coletivo Cidadania Ativa
  29. Adriana Morales – Subprefeita na Gestão Haddad e Instituto São Paulo pela Democracia
  30. Elida Cruz – Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres na Gestão Haddad
  31. Fátima Antônio – Secretária-Adjunta Municipal de Educação do Governo Haddad
  32. Darlene Testa – Chefa de Gabinete da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo na gestão Haddad
  33. Larissa Beltramin – advogada, gestora pública federal e Secretária Adjunta de Direitos Humanos na gestão Haddad
  34. Lúcia Salles França Pinto – Superintendente do Serviço Funerário do Município de São Paulo na gestão Haddad
  35. Maria do Rosário Ramalho – Secretária Municipal de Cultura na gestão Haddad
  36. Maria Filomena de Freitas Silva – Setorial Municipal de Educação do PT/DZ Santana
  37. Marisilda Silva – Setorial Municipal de Saúde
  38. Beatriz Mascarenhas – Setorial de Combate ao Racismo do PT-SP
  39. Maria do Carmo Di Lascio – DZ Butantã
  40. Eliane Cruz, ex presidenta da CNTSS e atual coordenadora nacional do Setorial Saúde
  41. Claudia Afonso, movimento popular de Saúde
  42. Renata Scaquetti – Secretária Municipal Sindical da Capital e Vice-Presidenta do DZ Pinheiros
  43. Juneia Batista – Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT
  44. Marcia Viana – Secretária da Mulher Trabalhadora CUT SP
  45. Anatalina Lourenço – Secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT
  46. Cleonice Ribeiro – Presidenta do SINDSAÚDE-SP
  47. Celia Regina Costa – Secretária Geral do SINDSAÚDE – SP/Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado de São Paulo/DZ Vila Mariana
  48. Elaine Leoni – Secretária Geral do Sindicato dos Enfermeiros de São Paulo
  49. Fernanda Lou Sans Magano – Presidenta do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo
  50. Candida Maria Rodrigues Vieira – Sindicato dos Jornalistas
  51. Lumena Almeida Castro Furtado – Psicóloga Sanitarista e Professora da UNIFESP
  52. Adriana Pereira – Coletivo Municipal de Mulheres do PT São Paulo
  53. Alexandra Dantas – Conselheira Municipal de Políticas para Mulheres de São Paulo
  54. Beatriz Wendel Abramo – DZ Pinheiros
  55. Camila Furchi – militante feminista
  56. Caroline Mendes – DCE Livre da USP
  57. Êgle Maitê Oliveira Lippi – Diretório Acadêmico de Hospitalidade da FAM
  58. Heluiza Regina Soares da Silva – DZ Sapopemba e membra da  Coordenação da FLM e da executiva nacional da CMP
  59. Julia Kopf – Diretora de Políticas Educacionais da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP)
  60. Maria de Jesus Coelho de Pinho (Gê) – Coletivo Municipal de Mulheres do PT/DZ Itaquera
  61. Sonia Coelho – Coletivo Municipal de Mulheres do PT
  62. Stephanie Ribeiro – Centro Acadêmico 22 de Agosto
  63. Rachel Moreno – militante feminista
  64. Nilce Aravecchia – Arquiteta e urbanista, professora da FAU/USP
  65. Mônica Angelis – Centro Acadêmico Visconde de Cairu
  66. Adelina Neres Teixeira Silva – DZ Tatuapé
  67. Amanda Lima da Rocha Pitta – DZ Penha
  68. Ananda Méndez Inácio – Coletivo Maria Augusta Thomaz PUC-SP/DZ Perdizes
  69. Antonia Serafim Rodrigues – Coordenadora do Movimento de Moradia Inclusa e DZ Centro
  70. Barbara Martins Alves dos Santos – DZ Pinheiros
  71. Beatrice Fontenelle-Weber – DZ Pinheiros
  72. Brenda Lilian Jaconi – DZ Guaianazes
  73. Caroline de Matos – Dz Santo Amaro
  74. Cátia de Oliveira Borges – DZ Centro
  75. Cleonice Alexandre Gonsales – DZ Cidade Tiradentes
  76. Cristina Fortunata Martins dos Santos – DZ Pinheiros
  77. Deilza Gomes Beserra –DZ Penha
  78. Desireé Pedreira dos Santos – Dz Tatuapé
  79. Eduarda Carolina Vaz – DZ Centro
  80. Edvania Paulino da Silva Santos Oliveira – DZ M’Boi Mirim
  81. Eleni Cid – DZ Mooca
  82. Elizangela Batista – DZ Ipiranga
  83. Emanuelle Mota Santos – DZ Vila Prudente
  84. Erica Franco – DZ Butantã
  85. Fatima Aparecida Ferrari – DZ Sapopemba
  86. Francisca Ivaneide de Carvalho – DZ Sapopemba e Coletivo Cidadania Ativa
  87. Gabi Dainezi – DZ Ermelino Matarazzo
  88. Heloisa Improta Dias – DZ Pinheiros
  89. Isabela Benassi Carvalho – DZ Pinheiros
  90. Ivoneide Josefa da Silva – DZ Sapopemba
  91. Kathelyn Batista Fernandes de Lima – DZ Santana
  92. Larissa Beatriz da Silva – DZ Sapopemba
  93. Luciane Dias da Silva  – DZ Freguesia do Ó
  94. Malvina Souza de Amaral – DZ Campo Limpo
  95. Maria Alice Vieira – DZ Pinheiros
  96. Maria Aparecida de Souza – DZ Itaquera
  97. Maria Ilsa Silva Nascimento – DZ Tatuapé
  98. Maria José da Silva Carvalho – DZ São Miguel Paulista
  99. Maria Jose Pinheiro da Mota – DZ Santo Amaro
  100. Maria José Silva – DZ Santo Amaro

101.Maria Lucia Rocha (Lucinha) – DZ Itaquera

102.Maria Verônica da Silva – DZ São Miguel Paulista

103.Marina José da Silva Carvalho – DZ São Miguel

104.Miriam Salete Goes Shibata – DZ Jabaquara

  1. Natalia Cavalcante Dias – DZ Guaianazes e Coletivo Paulo Freire

106.Raquel Dreguer – Diretório Estadual do PT-SP e DZ Penha

107.Rosana Lessa Bastos da Costa – DZ Vila Matilde

108.Roseli dos Santos Almeida – DZ Freguesia do Ó

109.Rosemeire Pereira Santos (Rose Aleixo) – DZ Ermelino Matarazzo

110.Sheila Mendes do Nascimento – DZ Jabaquara

111.Vânia Ribeiro Gomes – DZ Pinheiros

112.Vivian Trindade – Membra do Coletivo Municipal e Estadual LGBT/DZ Santana

113.Andreia do Carmo de Oliveira – DZ Mooca

114.Adriana Brandão – DZ Santo Amaro

  1. Ana Cristina de Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca

116.Ana Figueiredo – médica sanitarista

117.Ana Paula Bastos Vilar Garcia – Coletivo Feminista Alice Canabrava FEA USP

  1. Ana Regina de Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca
  2. Ana Teresa de Castro Martins Bonilha – DZ Santo Amaro

120.Carla Assunção Neves Veloso Carlos – Diretório Acadêmico de Hospitalidades da FAM

  1. Carolina Quiquinato – DZ Pinheiros
  2. Celi Assumpção – movimento de cultura da Zona Leste
  3. Celsa Freire – DZ Lapa
  4. Claudia Gibeli Gomes – DZ Pinheiros
  5. Cleusa Lourandi – DZ Lapa
  6. Dora Fernandes – Coletivo Feminsita Yabá PUC-SP
  7. Elaine Alice S Siqueira – Coordenação da Apeoesp Norte
  8. Elaine Barbi – Conselheira da Apeoesp
  9. Eliete Ventura Diaz
  10. Elisa Zanerato – psicóloga, professora da PUC-SP
  11. Eva Neses – Vila Reis
  12. Evaniza Rodrigues – DZ Sapopemba
  13. Fernanda Maria Souza Silva
  14. Flávia Rolim de Andrade
  15. Hyde Pereira Santos – DZ Pinheiros
  16. Ilma Salete – Professora Aposentada
  17. Iracema Araújo – Jardim Helena
  18. Janaina Cristina – FLM
  19. Jomarina Fonseca – MCR/FLM
  20. Jordana Dias Pereira – socióloga
  21. Júlia Carvalho Ferreira Barbosa Lima
  22. Juliana Niero Assumpção
  23. Keiko Yonamine – DZ Vila Mariana
  24. Larissa D Alkimin – DZ Pinheiros
  25. Marcia Furquim de Almeida – DZ Pinheiros
  26. Margarete Gonçalves Pedroso – advogada
  27. Maria Célia Guerra Medina – DZ Santana
  28. Maria Clara – professora
  29. Maria de Lourdes Luna – Associação de Moradores Jardim Casa Branca
  30. Maria dos Anjos – Vila Reis
  31. Maria Niuza Ferreira da Silva – Marcha Mundial das Mulheres/Zona Leste
  32. Maria Lúcia da Silveira – socióloga e militante da Marcha Mundial das Mulheres
  33. Marlene Furino – metroviária e militante da Marcha Mundial das Mulheres
  34. Michiko Shiroma de Carvalho – DZ Pinheiros
  35. Mirna Busse Pereira – DZ Pinheiros, Historiadora e Professora Universitária
  36. Monica Regina Froes – DZ Ermelino Matarazzo
  37. Paula Oliveira Silva – DZ Itaim Paulista
  38. Professora Cidinha – São Miguel Paulista
  39. Regina Orsi – DZ Perdizer

161.Rita Quadros – DZ Centro e Cidadania Ativa

162.Rosa Ribeiro – DZ Ipiranga

163.Roseli Lopes Campos – Coletivo Cidadania Ativa

  1. Rosi Saraiva Pessoa – DZ São Mateus
  2. Silvia Linhares – Setorial Municipal de Cultura
  3. Suely Levy -DZ Centro – DZ Centro e Movimento Popular de Saúde do Centro
  4. Teresinha Pinto – biomédica e educadora

168.Thais Silva dos Santos

  1. Valéria Amadio Beneton – DZ Pinheiros
  2. Wanda M. Junqueira Aguiar – psicóloga e Professora PUC-SP

171.Ynaê Cortada Lotito – DCE Livre da USP

  1. Laura Feweverker – médica, professora, defensora do SUS
  2. Jussara Goes Monteiro – DZ Perdizes
  3. Eliete Pereira da Silva – DZ Perdizes
  4. Sonia Regina Batista da Silva – DZ Butantã
  5. Cleusa Garcia – Vice-Presidenta do PT Capital
  6. Marlene Severina da Silva Rangel – DZ Freguesia do Ó
  7. Clara Averbuck – escritora e jornalista

 

Manifesto da Democracia Socialista de apoio a pré-candidatura do Padilha



Manifesto: Alexandre Padilha e os Direitos Humanos



Foto: Edson Hatakeyama

Em tempos de pandemia, o debate sobre o Estado do bem-estar social voltou a fazer parte da agenda pública. A importância do Sistema Único de Saúde, da previdência social, enfim, do Estado como garantidor dos direitos fundamentais da população se faz mais presente do que nunca.

É neste contexto que dois projetos políticos são apresentados na maior metrópole do país: o neoliberalismo tardio, privatizador, da dupla Covas/Dória, e o projeto humanista do Partido dos Trabalhadores, que estará mais bem representado na figura do pré-candidato Alexandre Padilha.

Um dos fatores que atestam a importância de sua gestão no Ministério da Saúde é a quantidade de ataques que sofreu da “elite” brasileira. Os programas Mais Médicos, além de garantir o direito humano constitucional à saúde (arts. 196 a 200 da CF), levando atendimento à população menos favorecida dos interiores e nas periferias das grandes metrópoles, colocou em xeque privilégios de classe, e mais ainda, promoveu a integração latino-americana tão odiada pelo imperialismo estadunidense. Não é pouca coisa.

O direito à vida digna, à saúde, são a base dos direitos fundamentais. Não existe liberdade sem saúde, sem direito a uma vida digna, emprego, habitação, transporte. São direitos interdependentes. O embate que nós vivemos em São Paulo é nacional, e precisa de um nome de alcance nacional, que represente os valores humanistas que nós defendemos.

Por isso nós, militantes dos Direitos Humanos, estamos com Alexandre Padilha nestas prévias. Um nome que representa os cuidados básicos da saúde para uma população que sofre com o descaso do governo federal frente à pandemia. Que representa a dignidade de um irmão latino-americano que, em um gesto de solidariedade e dedicação, presta seus serviços nas regiões onde o Estado não chega, a não ser em forma de repressão policial.

Nesse embate civilização vs barbárie, escolhemos um nome forte e conhecido nacionalmente pelos serviços prestados ao Brasil e a São Paulo. Essa não é uma eleição comum, mas sim uma etapa importantíssima da luta pela reafirmação dos direitos fundamentais. Estamos com vc, Alexandre Padilha.

São Paulo, 14 de maio de 2020.

Assinam esse documento:

Adriano Diogo – Secretário Nacional do Setorial de Direitos Humanos

Walter Fernandez – Secretário Estadual do Setorial Direitos Humanos PT/SP

Fábio Rodrigues de Jesus – Coordenador Municipal do Setorial de Direitos Humanos PT/SP

Interessados assinar o manifesto, entrar em contato com Fábio: 011 94736-2099

Manifesto: Alexandre Padilha e os direitos da população LGBTI+



 

👉🏽 Em tempos de pandemia, o debate sobre o Estado do bem-estar social voltou a fazer parte da agenda pública. A importância do Sistema Único de Saúde, da previdência social, enfim, do Estado como garantidor dos direitos fundamentais da população, em especial, de grupos historicamente de excluídos, como a população LGBTI+, se faz mais presente do que nunca.

👀 É neste contexto que dois projetos políticos são apresentados na maior metrópole do país: o neoliberalismo tardio, privatizador, da dupla Covas/Dória, e o projeto humanista do Partido dos Trabalhadores, que estará mais bem representado na figura do pré-candidato Alexandre Padilha.

🚑 Um dos fatores que atestam a importância de sua gestão no Ministério da Saúde é a quantidade de ataques que sofreu da “elite” brasileira. Os programas Mais Médicos, além de garantir o direito humano constitucional à saúde (arts. 196 a 200 da CF), levando atendimento à população menos favorecida dos interiores e nas periferias das grandes metrópoles, colocou em xeque privilégios de classe, e mais ainda, promoveu a integração latino-americana tão odiada pelo imperialismo estadunidense. Não é pouca coisa.

🧚🏼‍♂️ O direito à vida digna, à saúde, são a base dos direitos fundamentais. Não existe liberdade sem saúde, sem direito a uma vida digna, emprego, habitação, transporte. São direitos interdependentes. O embate que nós vivemos em São Paulo é nacional, e precisa de um nome de alcance nacional, que represente os valores humanistas que nós defendemos.

🌈 Por isso nós, militantes LGBTI+, estamos com Alexandre Padilha nestas prévias. Um nome que representa os cuidados básicos da saúde para uma população que sofre com o descaso do governo federal frente à pandemia. Que representa a dignidade de um irmão latino-americano que, em um gesto de solidariedade e dedicação, presta seus serviços nas regiões onde o Estado não chega, a não ser em forma de repressão policial.

👊🏽 Nesse embate civilização vs barbárie, escolhemos um nome forte e conhecido nacionalmente pelos serviços prestados ao Brasil e a São Paulo. Essa não é uma eleição comum, mas sim uma etapa importantíssima da luta pela reafirmação dos direitos fundamentais. Estamos com você, Alexandre Padilha!
🌈⭐️👩🏽‍🤝‍👩🏻👨🏽‍🤝‍👨🏾❤️

⏩Faça contato e assine com Padilha prefeito: 011 956580753– Pauléo⏪

São Paulo, 14 de maio de 2020.

Assinam esse documento:
– Beto de Jesus, ativista LGBTI+
– Salete Campari movimento social LGBTI+
– Cadu Oliveira Militante negro LGBT e pvha
– Ingrid Guzeloto, diretora LGBT da UNE
– André Beneit, ativista polícia e social dos movimentos de moradia, saúde e LGBTI+
– Franklin Felix, espírita
– Wal – Walmir Siqueira – coordenador nacional do coletivo LGBT da CUT
– Viviane Trindade
Membro dos coletivos municipal e estadual do Partido dos Trabalhadores
– Pedro Martinez, advogado criminalista
– Anderson Fabricio dos Santos Junior, ativista LGBT
– Daniel Wanderley, internacionalista e militante pela Diversidade Sexual e de Gênero.
André Beneit, ativista polícia e social dos movimentos de moradia, saúde e LGBTI+
– Renato Heliópolis – Artgay
– Mairton Bezerra da Silva, Psicólogo, Movimento LGBTI+ Da Unas Heliopolis
– Kátia Regina Mendes – Assistente Social, Militante do movimento LGBTI+ da UNAS.
– Leonardo Martins (Pauleo)
– Tayla Cunha
– Rodrigo Toneto – DZ Pinheiros
– Ananda Méndez – DZ Perdizes
– Isabela Marciano
– Fábio Januário de Souza – Pedagogo Movimento LGBTI+ da UNAS Heliópolis
– Anderson Pirota conselho popular nacional LGBT
– Lara Manuella, estudante de serviço social, mulher trans, militante do Movimento LGBTI+ da UNAS Heliópolis
-Gerohannah jornalista pedagoga, coordenação do Movimento LGBTI UNAS Heliópolis e região, militante LGBTI